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13 anos de saudades fazem fãs relembrar morte de Toinho de Limoeiro



Limoeirenses lembraram com saudades o dia de ontem (05/04), pois há exatos 12 anos a Princesa do Capibaribe perdia um de seus filhos ilustre, o cantor Toinho de Limoeiro. O músico faleceu aos 56 anos de idade e levava com sigo o estilo romântico, boêmio, entretanto, também amava cantar o autêntico forró, onde firmou parcerias com cantores renomados como Petrúcio Amorim e Alcymar Monteiro. Para quem não lembra Toinho de Limoeiro teve um AVC no sábado (05/04/2008) e faleceu à caminho do hospital. Nas Redes Sociais diversas homenagens foram prestadas a ele.  Veja abaixo um pouco da história de Toinho.

De vendedor de sandálias a seresteiro pop em Pernambuco, Antonio Rodrigues de Araújo, o Toinho de Limoeiro, passou um pedaço traduzido em música. "Em casa, sempre foi um fenômeno." Nasceu na Limoeiro (PE) que o batizou como artista. Órfão de pai, desde os sete trabalhou para ajudar a mãe, que lavava e engomava para fora. Chegou a passar fome. E muito calçado vendeu, na feira, e muita pedra quebrou, à marreta, para sobreviver. Até que foi morar na gráfica do tio e aprendeu o metiê, abrindo seu negócio no quintal de casa. "Aí botou na cabeça que queria cantar" e começou a fazer serestas, em parceria com Alcymar Monteiro e Petrúcio Amorim. Logo fazia shows solo.

Parecia mentira, mas gravou em 1996 o primeiro álbum de músicas românticas em ritmos do Nordeste. "Com dinheiro ou sem dinheiro sobre as asas da paixão, vou vuar pra Limoeiro e brincar o melhor São João", dizia a canção mais famosa. Miúdo em seu 1,55 m de altura, era um bom garfo para rabada, devorada nos domingos que passava, noite adentro, na serestas em seu sítio. Nunca reclamou de nada. Só quando tinha um ataque é que se sabia a doença. Casado, tinha três filhos e dois netos. A filha Kátia seguiu a carreira e tem o pai no repertório. Diabético e cardíaco, morreu de derrame, sábado, aos 57. "No enterro, teve muita flor e choro, um arraso", diz a viúva. "Todos eram loucos por ele."

Texto da história de Toinho pertence a Folha de São Paulo

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