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Vinte toneladas de óleo já foram recolhidas em Pernambuco


Vinte toneladas de óleo já foram recolhidas das praias do litoral pernambucano, entre a quinta (17) e a sexta-feira (18). O material foi acomodado em sacos plásticos e o Governo de Pernambuco vai solicitar que a Petrobras faça o recolhimento. As novas manchas foram localizadas após vistorias realizadas na última quinta-feira (17) no Litoral Sul do Estado por técnicos do Governo, utilizando helicópteros e embarcações. 

Durante a vistoria da última quinta-feira (17), a presença de uma mancha de aproximadamente um metro de diâmetro na foz do Rio Una, no município de São José da Coroa Grande, Litoral Sul, foi confirmada pela equipe formada por 70 pessoas. As manchas foram identificadas menos de 24 horas após a Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) informar que Pernambuco não havia sido atingido pela substância. A CPRH havia feito o sobrevoo no litoral pela manhã. O reaparecimento das manchas aconteceu à tarde.

Desde o início de setembro, manchas de óleo começaram a aparecer nas praias do Nordeste. Segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), até esta sexta-feira (18), 187 praias da região foram afetadas pela substância e 214 toneladas de óleo foram recolhidas. Em alguns casos, mesmo após limpeza, as manchas voltaram a aparecer por causa da maré.

Sala de Situação:

A partir desta sexta-feira (18), o governador Paulo Câmara (PSB) instituiu uma Sala de Situação no Palácio do Campo das Princesas, no Recife, para monitorar as manchas de óleo que chegaram ao litoral pernambucano. 

A Sala de Situação reúne representantes das Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Estado, da Defesa Civil e da Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), que atuam no caso.

Estado de emergência:

Após o reaparecimento de manchas de óleo na praia de São José da Coroa Grande, a prefeitura de São José da Coroa Grande decretou estado de emergência na região. O decreto foi publicado no Diário Oficial do Estado na sexta-feira (18) e começou a vigorar automaticamente.

Contenção:

Com o objetivo proteger e preservar os mananciais pernambucanos do contato com a substância oleosa, a Marinha, a Petrobras e a Defesa Civil de Pernambuco instalaram boias de contenção na foz do Rio Pissinunga e Rio Una, em São José da Coroa Grande, na divisa entre Pernambuco e Alagoas.

Ajuda da população:

Ciente do impacto ambiental e econômico para o município, a população de São José da Coroa Grande se uniu às autoridades para ajudar na remoção do material, que é encontrado de forma esparsa em alguns pontos da praia da cidade, na divisa com Peroba, em Alagoas.

Segundo a presidente da Colônia de Pescadores da cidade, Enilde Lima, os profissionais estão mobilizados para ajudar as autoridade, inclusive, pondo seus barcos à disposição. "Há embarcações nossas à disposição para ajudar nessa situação. Inclusive, alguns pescadores já foram para o mar e para a várzea do [Rio] Una. Estamos mobilizados para ajudar", disse. "A preocupação da gente é não chegar nos corais do [Rio] Una, que é o berçário de tudo", completou. A recomendação da Marinha é que os moradores não entrem em contato com o material sem usar luvas e botas, porque a substância é considerada tóxica.

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