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Aena Brasil investe R$ 1,2 bi em reformas estruturais nos seis aeroportos que administra



Ampliação de pistas de pouso, táxi, pátios para aeronaves e terminais de passageiros. Instalação de novas pontes de embarque móveis. Mais espaço operacional para áreas de check-in, inspeção de bagagens, aduana e migração. Investimento em áreas comerciais, com a capacidade de receber mais lojas e restaurantes. A partir do início de 2022, a Aena Brasil dá início às reformas que vão imprimir a marca Aena em todos os aeroportos administrados pela companhia no país: Recife, Maceió, João Pessoa, Aracaju, Juazeiro do Norte e Campina Grande. Os trabalhos serão entregues até junho de 2023.

No Aeroporto Internacional do Recife Guararapes – Gilberto Freyre, o maior destaque vai para a ampliação de 40% da área construída do terminal de passageiros, que vai passar de cerca de 50 mil metros quadrados para mais de 70 mil metros quadrados. Dentro desta expansão, está contemplada a construção de uma expansão do terminal de passageiros, com a instalação de quatro pontes de embarque móveis (fingers), com capacidade para receber um maior número de aviões de grande porte e, consequentemente, de incrementar o número de voos internacionais na capital pernambucana. 

Também estão previstas a instalação de mais equipamentos de segurança de inspeção de bagagens, ampliando o número de passageiros que podem ser admitidos no canal de inspeção simultaneamente, agilizando as filas e melhorando o conforto antes do embarque. Um dos focos das reformas estruturais está o investimento em tecnologia e eficiência operacional, em todas as etapas do processamento de passageiros, bagagens e cargas. Estes trabalhos fazem parte do bloco 1B de reformas, e o prazo para a sua realização está regulamentado pelo contrato firmado entre a concessionária e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

“Todo o planejamento das obras foi realizado a partir de uma projeção de aumento da demanda para os próximos anos, com previsão de balanceamento entre todas as instalações necessárias para garantir um fluxo contínuo e confortável das operações nos momentos de pico de passageiros”, explica o diretor presidente da Aena Brasil, Santiago Yus. 

Para facilitar a execução e o acompanhamento dos trabalhos, os aeroportos foram divididos em três blocos, cujas concorrências foram abertas separadamente. No primeiro, está o Aeroporto do Recife, que teve o consórcio Passarelli-Método como vencedor da concorrência. O bloco 2 (João Pessoa e Campina Grande) ficará a cargo do consórcio Teixeira Duarte & Alves Ribeiro. A disputa pelo bloco 3 (Maceió, Aracaju e Juazeiro do Norte) foi vencida pelo consórcio Encalso Construções e Azevedo Travassos. 

Se na etapa anterior das melhorias previstas no contrato de concessão, a fase 1A, foram cumpridas as exigências voltadas para oferecer mais conforto aos passageiros, agora são privilegiadas ações maiores, com foco no aumento da capacidade e da segurança. “Como consequência, os passageiros também vão usufruir de uma melhor experiência. Vamos readequar as áreas de acordo com a previsão de tráfego aéreo e a relação entre espaço - passageiro, a partir dos índices recomendados pela Anac. Os ambientes serão distribuídos segundo a necessidade de cada atividade operacional. Os fluxos de processamento de passageiros, bagagens, cargas e malotes postais também foram redesenhados para garantir maior eficiência de ponta a ponta”, detalha Santiago Yus.  Nos próximos 18 meses, os aeroportos administrados pela concessionária vão passar por mudanças significativas. Melhorias capazes de garantir maior eficiência operacional, mas também, e principalmente, de impor novos parâmetros de qualidade na gestão de todas as atividades,com a impressão da marca Aena Brasil.


Destaques do aeroporto do Recife: 

A principal novidade será a construção de uma ala totalmente nova no terminal de passageiros do Aeroporto do Recife. A área da expansão vai contar com quatro pontes de contato móveis (fingers) para embarque e desembarque, todas capazes de atender a aeronaves de grande porte, tornando possível o crescimento da malha aérea internacional na capital pernambucana. O aeroporto vai ganhar 40% a mais de área, em relação ao que já ocupa hoje, passando de 52 mil metros quadrados para 76 mil metros quadrados (acréscimo de 23,4 mil metros quadrados em área construída). Além disso, quase 10 mil metros quadrados do prédio atual vão passar por reformas.

No lado ar também tem novidades. Para comportar um número maior de aeronaves, o pátio vai ser aumentado em mais de 61 mil metros quadrados, e as pistas de táxi e de pouso e decolagem terão também melhorias em segurança operacional. Devemos registrar ainda o crescimento das áreas operacionais para o processamento de passageiros. Haverá expansão do espaço das salas de embarque, de desembarque, esteiras de restituição de bagagens, check-in e canal inspeção de segurança. O Recife também ganha mais totens de autocheck-in e novos balcões de controle de imigração. 

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