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Oito nomes já estão sendo ventilados para a disputa municipal em 2020



Nesses dias, vem se registrando praticamente um recorde o número de pré-candidatos a prefeito de Limoeiro para as eleições de 2020. Pelo menos nada menos que oito nomes estão sendo ventilados para disputar a sucessão do atual prefeito João Luís Ferreira Filho (PSB), natural candidato à reeleição. Joãozinho, apesar das críticas iniciais, tem feito algumas realizações e buscado recursos, no sentido de mostrar que merece mais quatro anos na frente do Palácio Francisco Heráclio do Rego. Mas pelo menos mais sete nomes estão na possibilidade de entrar na disputa.


O ex-vereador Zé Nilton (PP), com a experiência de quatro mandatos de vereador, incluindo uma passagem pela Presidência da Câmara, já disse que não abre mão de tentar o Executivo. Candidato a vice derrotado na eleição passada, Zé Nilton tem fortalecido seu nome com suas ações executadas, mesmo sem nenhum mandato político no momento, além da realização do Bloco do Zé e do São João da Cohab. Zé mostrou sua força política na eleição passada ao ser o segundo candidato a deputado estadual mais votado na cidade, perdendo apenas para Aluísio Lessa (o candidato do prefeito) e vencendo até mesmo José Humberto.


Mas uma outra pessoa que também pode entrar no páreo é a ex-secretária de Educação Rosejara Ramos, recentemente alçada à condição de presidente municipal do partido Solidariedade. Rosejara tem a seu favor a experiência administrativa, e a sua passagem pela Secretaria de Educação nos governos de Ricardo Teobaldo e Thiago Cavalcanti, em desempenho reconhecido até pela oposição na época. Rosejara, com essas credenciais, tentará ser a primeira mulher a governar a cidade, algo que nunca aconteceu por aqui, mas que em cidades menores como Lagoa de Itaenga, Lagoa do Carro, Cumaru e Passira, já ocorreu.

Mas outro ex-secretário que coloca seu nome na mesa é Orlando Jorge (PSD), que comandou a Pasta da Saúde em Limoeiro e atualmente ocupa esse mesmo cargo em Paudalho, com um desempenho muito elogiado por lá. Orlando tem a seu favor também a experiência política, pois já foi vereador entre 1993 e 1996, candidato a prefeito em 1996, tendo tido apenas dois mil votos a menos que o vitorioso naquela eleição, Luís Heráclio do Rego Sobrinho, de quem, curiosamente, Orlando viria a ser vice-prefeito na gestão de 2001 a 2004, sendo em seguida, secretário de Saúde nas gestões de Ricardo / Thiago.


Mas o vice-prefeito Marcelo Motta (PSB), pelo menos ao que se consta, não está fora das possibilidades. Marcelo encontra-se rompido com Joãozinho e tem conversado com lideranças da oposição, tendo, inclusive, se encontrado recentemente com Zé Nilton, seu adversário na disputa pelo mesmo cargo em 2016. Marcelo, que mesmo sem ser mineiro, sabe "comer pelas beiradas", tem uma grande aceitação na zona rural, e foi tido com um grande responsável pela vitória de Joãozinho.


O atual presidente da Câmara, Juarez de Convales (DEM), também chegou recentemente a ter seu nome lembrado como provável candidato na majoritária. O vereador é atualmente o mais longevo da casa, estando em seu sexto mandato na Casa, atualmente ocupando a presidência da Casa pela segunda vez consecutiva.


Nessa onda de nomes, quem também está sendo lembrado é o ex-prefeito José Xavier Quirino, que governou Limoeiro entre 1989 e 1992, tendo sido elogiado pelo seu desempenho na gestão municipal. Quirino também foi vice-prefeito entre 1983 e 1988 e vereador de 2001 a 2004.


Por fim, Wellington Vasconcelos (PSC), proprietário da loja Ponto Eletro, é mais um nome sendo ventilado. E Wellington não nega seu projeto, inclusive nega possibilidade de envolvimento com os grupos que atualmente dominam a cena política local, dominados pelo prefeito Joãozinho e pelo deputado federal Ricardo Teobaldo. Além dos nomes citados, alguns partidos, como o PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, já demonstraram interesse em lançar candidatos próprios. No caso do PSL, ainda não se tem um nome certo.

A História mostra que vários nomes foram lembrados para uma disputa municipal, mas que depois, os nomes acabaram sendo poucos. Quantos candidatos serão mesmo? Quem vão ser os candidatos mesmo? Quem será o candidato apoiado por Ricardo Teobaldo? Será que teremos uma candidatura de terceira via? Respostas que só teremos em 2020. 

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