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Nova pesquisa mostra que mulheres brasileiras buscam mais segurança e transparência em apps de relacionamento

 

Pesquisa encomendada pelo Bumble mostra que apenas 1% das mulheres brasileiras se sente completamente segura ao conhecer pessoas online

A sensação de segurança tornou-se uma prioridade máxima para as mulheres que usam aplicativos de relacionamento, superando até mesmo a compatibilidade e os interesses compartilhados. Uma nova pesquisa realizada pelo Bumble no Brasil revela que medos relacionados à violência física, roubo de dados e perfis falsos* impactam diretamente a forma como as mulheres brasileiras interagem nos espaços de namoro digital, e influenciam fortemente sua decisão de baixar ou evitar um aplicativo.

O estudo entrevistou mais de 2.000 brasileiros de 18 a 35 anos em todas as regiões do país. Surpreendentemente, apenas 1% das mulheres participantes se sente completamente segura ao conhecer alguém com quem se conectou online. Para mitigar esses riscos, mais de 80% das mulheres — o equivalente a 4 em cada 5 entrevistadas — discutem regularmente preocupações de segurança com amigos ou familiares antes de encontrar uma conexão pessoalmente.

As ferramentas de verificação ainda correlacionam-se diretamente com o aumento da confiança dos membros. Mais de 9 em cada 10 mulheres brasileiras (92%) afirmam que se sentem mais confiantes ao interagir com perfis verificados, um número que sobe para 95% entre as mulheres indígenas. Esse padrão se estende aos encontros presenciais, onde quase 9 em cada 10 entrevistadas afirmam que saber que um par concluiu a verificação avançada de fotos aumenta sua tranquilidade. Para mulheres negras e pardas, esse número ultrapassa 91%, provando que as ferramentas de validação são essenciais para criar experiências mais seguras tanto online quanto offline.

Como parte de seu compromisso contínuo em promover uma experiência mais segura, o Bumble anunciou a implementação e atualização de seu recurso de verificação facial baseado em fotos, que autentica perfis usando tecnologia biométrica e concede um selo de verificação às contas aprovadas. Elymae Cedeno, Vice-Presidente de Confiança e Experiência do Cliente no Bumble, observou que aprimorar a verificação de fotos com tecnologia biométrica fortalece a confiança de que os membros são reais e correspondem aos seus perfis, o que é essencial para construir uma comunidade de relacionamentos respeitosa. Além da verificação facial, o Bumble oferece ferramentas como o Deception Detector, Private Detector e mecanismos robustos de bloqueio para evitar comportamentos abusivos.

Quando perguntadas sobre suas principais ansiedades em relação aos relacionamentos online, os medos das entrevistadas dividiram-se de forma relativamente equilibrada entre as quatro principais ameaças. Cerca de 1 em cada 5 mulheres (21%) cita a violência física durante encontros presenciais como sua principal preocupação, seguida de perto por outra 1 em cada 5 (20%) que teme o roubo de dados e golpes digitais. Perfis falsos e catfishing preocupam 20% das participantes, enquanto a perseguição (stalking) ou contatos indesejados alarma outra 1,5 em cada 10 entrevistadas (19%).

As preocupações com segurança também mudam significativamente dependendo do histórico dos membros, refletindo diferentes experiências de vida e vulnerabilidades sistêmicas. Entre mulheres negras e pardas, a segurança física é a principal preocupação, destacada por quase 1 em cada 3 entrevistadas negras (32%). Para mulheres brancas, o medo mais comum envolve perfis falsos e práticas de catfishing, citado por quase 1 em cada 4 participantes (23%). Enquanto isso, o assédio e mensagens inadequadas são as principais ameaças para 1 em cada 4 mulheres indígenas (25%), ao passo que a perseguição (stalking) surge como a principal preocupação para quase 1 em cada 4 mulheres asiáticas (23%).

Essas diferenças permanecem evidentes ao analisar a orientação sexual. Mulheres bissexuais e assexuais demonstram maior ansiedade em relação à segurança física durante encontros cara a cara, uma preocupação levantada por 28% das entrevistadas nesses grupos. Mulheres lésbicas, por outro lado, são altamente proativas em relação às medidas de segurança comunitária, com 6 em cada 10 participantes contando com redes de apoio para revisar planos de segurança ou se comunicar com a comunidade antes de um encontro presencial.

Os resultados reforçam que a segurança não é mais vista como um bônus, mas sim como um fator decisivo para a adoção da plataforma. Hoje, 9 em cada 10 mulheres consideram as ferramentas de segurança essenciais ao baixar um aplicativo. Essa demanda é mais pronunciada entre mulheres brancas e negras, com mais da metade das entrevistadas em ambos os grupos classificando esses recursos como extremamente importantes.

Notas aos editores

*Pesquisa encomendada pela Bumble e realizada pela CensusWide com 2.523 adultos de 18 a 35 anos no Brasil, solteiros e ativamente envolvidos em relacionamentos, entre 18 de março de 2026 e 24 de março de 2026.

Sobre o Aplicativo Bumble

O Bumble foi fundado por Whitney Wolfe Herd em 2014 e foi construído sobre a filosofia de que tornar os relacionamentos melhores para as mulheres os torna melhores para todos. O Bumble acredita que o amor, em todas as suas formas, é a base de uma vida feliz e saudável. O aplicativo foi projetado para promover relacionamentos significativos e autênticos, com sua comunidade desempenhando um papel importante nessa missão. O Bumble responsabiliza seus membros por suas ações e se esforça para oferecer uma experiência livre de ódio, agressão ou bullying. O aplicativo é gratuito para baixar e está disponível na Apple App Store, Google Play Store e na web.

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