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Adeus ao RG antigo: governo define prazo final para validade do documento em todo o Brasil


O Governo Federal estabeleceu um marco definitivo para a substituição do tradicional Registro Geral (RG) pela nova Carteira de Identidade Nacional (CIN). De acordo com informações divulgadas pelo portal Estado de Minas, o documento atual deixará de ser válido em todo o país a partir de 1º de março de 2032, encerrando oficialmente um ciclo histórico da identificação civil brasileira.

A medida integra o processo de modernização da identificação no Brasil, regulamentado pelo Decreto nº 10.977/2022, que instituiu a CIN como padrão nacional único.

Transição sem pressa, mas com prazo definido

Apesar da data limite já estabelecida, a troca não precisa ser imediata. O RG antigo seguirá válido até 28 de fevereiro de 2032, permitindo que os cidadãos façam a substituição de forma gradual, sem necessidade de correria aos postos de atendimento.

A recomendação das autoridades, no entanto, é evitar deixar a emissão da nova identidade para os últimos meses, quando a demanda deve aumentar e provocar filas.

O que muda com a nova identidade

A Carteira de Identidade Nacional traz mudanças significativas. A principal delas é a adoção do CPF como número único de identificação, eliminando a possibilidade de uma mesma pessoa ter diferentes registros em estados distintos.

Além disso, o novo documento conta com:

  • QR Code para verificação de autenticidade;
  • versão digital integrada ao aplicativo Gov.br;
  • maior integração entre bancos de dados públicos;
  • layout padronizado em todo o território nacional.

Validade passa a depender da idade

Outra novidade é que a CIN possui prazo de validade, diferente do RG antigo. O período varia conforme a faixa etária:

  • até 12 anos: validade de 5 anos;
  • de 12 a 60 anos: validade de 10 anos;
  • acima de 60 anos: validade indeterminada.

Mudança impacta serviços e identificação

A substituição do RG pela nova identidade deve impactar diversos serviços do dia a dia, como abertura de contas, acesso a benefícios, viagens e atendimentos públicos. Após 2032, apenas a CIN (além de documentos como passaporte e CNH) será aceita como identificação oficial no país.

Com a mudança, o governo busca aumentar a segurança dos dados dos cidadãos, reduzir fraudes e simplificar a identificação em todo o Brasil.

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