Com crescimento de 2% no primeiro trimestre de 2026, o agro impulsiona a indústria e amplia a demanda por soluções voltadas à eficiência energética e logística
De acordo com os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Produto Interno Bruto (PIB) do setor agropecuário teve crescimento de 2% no primeiro trimestre de 2026, na comparação com o quarto trimestre. O resultado reforça o protagonismo do agronegócio na economia brasileira. Em 2025, o agro foi responsável por quase um terço (32,8%) da expansão de 2,3% do PIB nacional, demonstrando sua relevância não apenas na produção de alimentos, mas também como um dos principais motores do crescimento econômico do país, impactando diversas áreas, como as indústrias.
Para Giordania Tavares, CEO da Rayflex, líder na fabricação de portas rápidas industriais no Brasil, o avanço do agronegócio impulsiona muito mais do que a produção no campo, movimentando tecnologia, geração de empregos, renda, exportações e desenvolvimento econômico dentro e fora das propriedades rurais. “O desempenho positivo afeta diferentes áreas na indústria, ao fortalecer cadeias produtivas ligadas à fabricação de máquinas, fertilizantes, logística, biocombustíveis e processamento de alimentos. Nesse contexto, o setor de portas rápidas, presente em todos os segmentos industriais, acompanha naturalmente o aumento da demanda”, destaca.
Todavia, a porta-voz aponta que, apesar do crescimento, outros fatores impactam o aumento da demanda das indústrias que se relacionam com o segmento, como os conflitos geopolíticos e o aumento da conta de energia para consumidores de alta tensão, anunciado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). “São diversos fatores que enfatizam a necessidade por soluções que tornem os ambientes produtivos mais seguros, eficientes energeticamente e alinhados às exigências atuais do mercado”, complementa Giordania.
Entre os segmentos da indústria e da logística que mais se destacam nesse cenário estão os de processamento e industrialização de carnes, que demandam soluções voltadas ao isolamento térmico e à vedação eficiente. “Esses recursos ajudam a reduzir a troca de ar e a entrada de umidade nos ambientes, garantindo condições ideais para o armazenamento de produtos altamente sensíveis, como as proteínas animais. Outro setor em evidência é o das câmaras frias voltadas ao armazenamento de FLV (frutas, legumes e verduras), em que cresce a demanda por soluções industriais capazes de minimizar as trocas térmicas e redução de perdas ao longo da cadeia do frio”, explica a CEO.
Por fim, para a executiva, o cenário também abre espaço para investimentos cada vez maiores em automação e infraestrutura inteligente dentro das operações industriais e logísticas ligadas ao agronegócio. “As empresas estão buscando soluções que unam produtividade, eficiência energética, controle sanitário e redução de desperdícios. Isso mostra que o crescimento do agro não movimenta apenas o campo, mas impulsiona toda uma cadeia de inovação e modernização industrial”, finaliza a CEO da Rayflex.
Sobre a Rayflex
Há mais de 37 anos no mercado, a Rayflex é líder nacional na fabricação de portas rápidas industriais. Atua em todos os estados do Brasil e na América Latina nas indústrias alimentícias, farmacêuticas, automobilísticas, metalúrgicas, no agronegócio, além de galpões e centros logísticos de distribuição. É especializada em portas rápidas, abrigos e niveladoras para docas, desenvolvidos especialmente para isolamento e segurança dos mais variados ambientes industriais e logísticos.
























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