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TI enfrenta falta de mão de obra em demanda correspondente a do mercado



Estudantes da Faculdade Nova Roma têm conseguido oportunidades; entenda cenário

O mercado de Tecnologia da Informação tem enfrentado grande entrave para a contratação de mão de obra qualificada. Por ser um mercado em constante movimento e inovação, uma vez que as oportunidades superam o número de profissionais disponíveis, há a importância das instituições de ensino firmarem parcerias, a fim de estreitar o elo entre estudantes e contratantes. Assim, a Faculdade Nova Roma (FNR) tem obtido resultados satisfatórios de colocação de alunos no mercado de trabalho. 

O coordenador do Núcleo de Tecnologia da Informação da FNR, Guilherme Alexandre, destaca que o mercado de TI muda o tempo todo, mas que as bases são as mesmas. "Daí parte a importância de uma formação acadêmica bem feita, pois é dela que vêm os futuros profissionais para o mercado. Assim, as instituições de ensino precisam capacitar esses estudantes para além das salas de aula, com uma grade de currículo inovadora e cada vez mais próxima da prática e por meio de parcerias para o treinamento dos alunos".

É por isso que a Nova Roma tem estreitado caminho entre aluno e mercado, por intermédio da coordenação do Núcleo de Tecnologia da Informação. A conquista mais recente foi a de cinco alunos contratados - entre estagiários e efetivos - antes mesmo da conclusão do 2º período de graduação, com bolsas/ salários que variam entre R$ 1.000 e R$ 3.000. Philipe Monterrazo, de 27 anos, está entre os contemplados. Ele diz que há um déficit no mercado e, por isso, as empresas precisam que os estagiários/ contratados tenham apenas vontade de aprender. "Para isso, é preciso perder o medo de tentar, pois essas oportunidades estão sendo bem comuns, já que o mercado brasileiro de TI está com alta demanda e a maioria está quebrando um antigo tabu, uma vez que antes a contratação do júnior era pautada na experiência".

Philipe Monterrazo explica que, com o aumento da necessidade, a cultura da maioria das empresas foi mudando. "A área está superaquecida tanto nacional quanto internacionalmente (remotamente, com recebimento em dólar ou euro), existindo assim a competição com o mercado internacional. Por isso, grande parte passou a trabalhar com o método de ensino, quando o júnior é contratado com base no conhecimento e não na experiência e passa alguns meses em treinamento com um sênior ou um pleno, por exemplo, que vai adaptando o júnior à demanda da empresa". 

O cenário de empregabilidade internacional gira em torno de 80%, de acordo com pesquisa do Stack Overflow (plataforma de perguntas e respostas para programadores, estudantes e interessados em tecnologia e desenvolvimento), em 2021; com 21% das empresas de pequeno a médio porte (20 a 99 funcionários); 65% dos empregados com pelo menos um curso universitário de bacharel; além de salários bases com variação de 115 a 165 mil dólares americanos, para seniores.

Uma vaga internacional remota de júnior na área de TI pode variar, atualmente, de 75 a 90 mil dólares americanos/ o ano, sendo que a remuneração pode cair pela metade caso o contratante tenha parceria com algum instituto de treinamento em benefício do contratado. Para estar apto à vaga, no entanto, é preciso vencer a barreira do idioma e do medo de enfrentar novos desafios.

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