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Reuso, economia circular e consumo responsável: startup CelBack estimula novo comportamento e redução do lixo eletrônico



Uma recente pesquisa da ONU afirma que poluição, incluindo a tecnológica, causa mais mortes que Covid-19 e as necessidades de ações são urgentes. Outro estudo mostra que com os preços altos dos celulares os brasileiros estão comprando mais aparelhos de “segunda mão”. Em meio a esse cenário surge a CelBack, uma startup com propósito claro de estimular um novo comportamento de consumo e redução de resíduos ao mesmo tempo em que dá maior poder de compra ao consumidor e impulsiona vendas nas redes varejistas parceiras.

A empresa, única do mercado 100% brasileira e com capital nacional, escolheu São Paulo para fixar sua base, porém vende e entrega em todo Brasil. Além disso, ela tem como diferenciais, ainda, fatores como procedência, garantia e comprometimento socioambiental. Para comprovar tudo isso, a empresa mostra números: para se ter uma ideia, somente em 2022, já foram recomprados mais de 22 mil unidades de celulares, resultando em mais de R$ 26 milhões em revendas nos parceiros varejistas.

Os dados ainda entram na questão de preservação do meio ambiente e sustentabilidade: já somam mais de 15 mil telefones remanufaturados, evitando a produção de novos equipamentos e a consequentes geração de CO2. Com relação aos clientes, houve um aumento de 43% em clientes interessados no consumo consciente e reuso, além da melhor oferta de preço.

Tudo isso impacta no aumento da economia circular, do consumo responsável com a revenda de aparelhos remanufaturados (ou “refurbished”, termo comum no varejo americano). Segundo explica André Frigatto, sócio da CelBack e que traz em seu currículo passagens como Advisor e Investidor de Startups, “O novo normal acelerou o processo. Provemos acesso à tecnologia para as classes menos privilegiadas e descarte apropriado. Isso é a CelBack! Consumo consciente: Futuro diferente!”.

Objetivos e Projeções CelBack

Com o “BIG DREAM” de incentivar o consumo consciente, preservando os recursos naturais com o reuso, utilizando tecnologia intensamente de forma escalonada, o sonho da empresa é expandir o negócio de forma sustentável.

Crédito para as classes de menor poder aquisitivo

Assim como já acontece no mercado automotivo, quando a saída para um carro que esteja em boas condições, atenda às necessidades e tenha um bom custo-benefício, esta tendência vem crescendo também na aquisição de tecnologias, mais precisamente na compra de smartphones.

É justamente com este conceito que a CelBack surge, ao oferecer uma abordagem de crédito para as classes de menor poder aquisitivo, num modelo operacional escalonável com base na experiencia dos sócios e com tecnologia própria. Com isso, além da melhor oferta de preço e com objetivo de democratizar o acesso aos smartphones para as classes menos privilegiadas e de menor renda, ela une outro pilar necessário e urgente, o da sustentabilidade, ao tentar diminuir poluição eletrônica com o reuso e consumo consciente; com menos CO2 na produção, otimizando, assim, os recursos naturais e promovendo o descarte consciente, minimizando impactos ambientais.

Para se ter uma ideia, cada celular gera uma emissão aproximada de 69Kg de CO2. “Nossa meta é ajudar a população reusar em torno de 15.000 aparelhos mês. Com isso, reduzimos 22 Toneladas de emissão de CO2 na atmosfera”, afirma Frigatto.

Economia Circular e Consumo Consciente

Com relação ao volume movimentado de compras para uso do crédito em parceiros, o valor é alto: são milhares de reais em crédito para o novo consumo, com o recolhimento dos aparelhos para remanufatura e reuso, resultando no consumo consciente.

Segundo explica o sócio, a variação mensal referente ao primeiro ano de empresa do volume movimentado de trocas na própria plataforma totaliza mais de 10.000 recompras em um único mês, ocasionando não só um crescimento acelerado na economia, mas também um aumento das contratações, gerações de empregos. “Uma de nossas missões é colocar o reuso na pauta das empresas, de forma muito simples. Grande parte das empresas precisam de um telefone básico para que seus sistemas sejam operacionalizados. Com isso, não só melhoramos a prática interna de suas metas em ESG, como também ampliamos o desafio de diminuir o descarte de algo que ainda cabe reutilização por um bom tempo antes de ser descartado definitivamente”, complementa.

Sobre a projeção para 2022 em volume de vendas e expansão nacional, a CelBack almeja viabilizar consumo e acesso à tecnologia para mais de 100 mil clientes, de forma responsável e sustentável. “Hoje, a CelBack é a segunda maior empresa de recompra e revenda de celulares, no mercado formal. Temos como compromisso, mesmo frente a uma inflação de dois dígitos, apoiar todas as classes sociais, ofertando aparelhos em até 10 vezes sem juros. Além disso, somos a única companhia que atua de forma consciente e sustentável e com capital 100% nacional”, finaliza o sócio.

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