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Pesquisa e inovação são impulsionadas no Paraná por meio de parceria com a Espanha


Sendo o estado o segundo maior núcleo de inovação do Brasil, em termos de faturamento, acordo sinaliza que há a possibilidade de a região galgar postos expressivos no mundo

Na expectativa de reverter o cenário de crise econômica gerada pela pandemia da Covid-19 e pelas medidas de isolamento social, no Paraná, o investimento em pesquisa e inovação é prioridade. Prova disso é a parceria firmada entre o Centro de Desenvolvimento Tecnológico Industrial (CDTI) da Espanha e a Prefeitura de Ponta Grossa, cidade que tem uma das economias mais pujantes do estado e se destaca, de forma geral, na região Sul, por seu posicionamento estratégico em termos de ensino, turismo, indústria e agronegócio.

Em intercâmbio, a delegada do Centro Tecnológico Industrial da Espanha, Maria Pillar de Miguel Ortega, teve a oportunidade de conhecer não somente o município paranaense, que hoje tem 44.254 pessoas jurídicas ativas, segundo a plataforma EmpresAqui, mas as inovações que estão sendo realizadas em todo o território, as quais têm por objetivo atrair mais empresas para o Paraná, bem como que os negócios já existentes expandam suas atividades, gerando empregos e fomentando o crescimento da economia local.

Na prefeitura, ela foi recebida pela prefeita, Elizabeth Schmidt; o vice, Capitão Saulo; a presidente da Agência de Inovação de Desenvolvimento, Tonia Mansani; o secretário da Fazenda, Claudio Grokoviski; o procurador Geral do Município, Gustavo da Matta; o secretário de Planejamento, Henrique do Valle; e o diretor de Negócios Internacionais da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro-PR), Izoulet Cortes Filho.

Representantes da Assespro-PR participaram das discussões que aproxima Estado e Espanha em novos projetos 

Segundo Izoulet, o propósito deste que é o primeiro de uma série de encontros com especialistas internacionais que estão por vir é transformar o Paraná em um hub de inovação no Brasil, fazendo com que a região se caracterize como um polo onde pessoas de diversos meios se encontram para estabelecer conexões e gerar negócios. “Mesmo após a área da pesquisa ter sofrido um duro golpe em outubro do ano passado, com 87% da verba cortada pelo Executivo Nacional, estamos nadando contra a corrente para que as empresas realizem testes de projetos inovadores, no que tange ao fomento do ecossistema de produtos e serviços experimentais”.

Sendo o Paraná o segundo maior núcleo de inovação do Brasil, em termos de faturamento, no parecer de Izoulet, a investida com a Espanha é sinal de que o estado tem a possibilidade de galgar postos ainda mais expressivos, no Brasil e no mundo.

Na visão da prefeita, o encontro representou uma oportunidade ímpar para o desenvolvimento da inovação no Paraná, com intercâmbio de projetos e prospecção de parcerias: “Tenho certeza de que a delegada do CDTI da Espanha gostou muito do que encontrou em nossa cidade, que já possui Sandbox Regulatório, proveniente da Lei nº 20.744, de 2021, e que vem estimulando novidades visando o crescimento das empresas e a inovação”, destacou a prefeita.

Na ocasião, foi apresentado para Maria Pillar de Miguel Ortega os principais pontos da economia e potencialidades de Ponta Grossa, além das políticas de incentivo e fomento à inovação.

Após o encontro na Prefeitura, a delegada do CDTI da Espanha cumpriu agenda conhecendo os campus da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). “Minha intenção é promover a cooperação tecnológica internacional entre o Brasil e a Espanha, e Ponta Grossa está bem avançada no fomento a este setor”, pontou Maria Pillar, representante brasileira no CDTI, uma agência de financiamento para a inovação comercial que apoia pesquisas industriais e que, para isso, depende de acordos com governos e universidades.

Também estiveram presentes na reunião o pró-reitor de Relações Empresariais e Comunitárias da UTFPR, Rubens Alexandre de Faria; o assessor de Relações Empresariais e Comunitárias da UTFPR Ponta Grossa, Joaquim de Mira Junior; e o diretor da Agência de Inovação e Propriedade Intelectual da UEPG, Miguel Archanjo de Freitas Junior.

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