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Startup social lança plataforma para empregar mulheres da área tech



Aumentar o número de cadeiras ocupadas por mulheres na área de tecnologia da informação e diminuir a lacuna de gênero no setor são os principais objetivos da {reprograma}, startup social paulistana, que irá impactar com o projeto Todas em Tech, 2,400 mulheres em situações de vulnerabilidade, além de formar 400 mulheres, preferencialmente, negras, trans e travestis em todo o Brasil,  em programação front-end e back-end, até o final de 2022.

Para facilitar a conexão das formandas ao mercado de trabalho, a startup social acaba de lançar a plataforma de contratação {reprograma}. A versão beta da plataforma está disponível para as empresas parceiras do projeto tecnológico: Accenture, Creditas, Easynvest, iFood e Nubank, desde o dia 15 de julho.

“Na plataforma, as empresas parceiras puderam conhecer o perfil de todas as alunas que se formaram nas duas primeiras turmas do Todas em Tech, do primeiro semestre de 2021, além de convidá-las a participarem dos seus processos de seleção”, comenta a Gestora de Projetos da {reprograma} Silvia Follador.

Para as empresas externas, aquelas que não financiaram o projeto Todas em Tech, a versão beta da plataforma começou a ser utilizada na última segunda-feira, dia 02. Ao adquirir o acesso à plataforma, as empresas podem oferecer vagas de emprego e realizar seus processos de seleção até a contratação. Na plataforma, por exemplo, é possível acompanhar o desempenho das alunas em cada etapa do processo e se comunicar diretamente com elas. 

“Elas podem publicar a vaga como aberta, no qual qualquer aluna inscrita na plataforma pode se candidatar, além da possibilidade de publicar a vaga fechada e destiná-la  apenas para um grupo de programadoras pré-selecionadas pela área de recrutamento e seleção das empresas”, explica Follador. 

As empresas interessadas em ter o acesso da plataforma de contratação da {reprograma} deverão entrar em contato através do formulário: https://reprograma.typeform.com/to/aR9oYtnF

Principais funções da plataforma

O convite para participar da plataforma de contratação é feito de duas maneiras, o primeiro é exclusivo: a aluna só pode se candidatar por meio de um convite, já o segundo modo é aberto: qualquer aluna cadastrada na plataforma pode se candidatar. Na versão beta, o foco da empregabilidade é para as alunas formadas no Todas em Tech no primeiro semestre, com dois grandes componentes:

1. Criação do perfil das alunas que concluíram os primeiros dois cursos do Todas em Tech: nesse perfil haverá as seguintes informações: formação, experiência profissional, habilidades e competências, além da exibição do portfólio e outros projetos que as alunas já desenvolveram ou estão em processo.

Até o momento, há 72 alunas cadastradas, sendo que 80% são negras, 9% trans ou travestis. Além disso, 70% são do Norte e Nordeste.

2. Perfil das empresas: informações com um breve descritivo, número de funcionários, site, possibilidade de subir um vídeo e/ou apresentação institucional, além da pessoa recrutadora - que será responsável por navegar na plataforma, descrição da vaga e seu respectivo processo seletivo de ponta a ponta.

O segundo componente permite à empresa executar o processo seletivo por meio da plataforma, ela pode listar todas as etapas de seu processo seletivo, como triagem, teste técnico e entrevistas, e por último realizar a comunicação com as alunas por meio da plataforma. Até o momento, Accenture, Creditas e Nubank já estão com vagas abertas na plataforma de contratação. Para futuras versões da plataforma, há expectativas de disponibilizar materiais de apoio como textos, e-books e vídeos.

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