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Com verba destinada em 2015, Limoeiro tem recursos para não parar as obras por um bom tempo




Quem ligou o rádio esta manhã na Rádio Jornal pôde ouvir o Dr. Charbel Elias Maroun, procurador da Prefeitura do Recife e Membro da Comissão de Advocacia Pública da OAB Pernambuco em uma entrevista muito esclarecedora ao Blogueiro e Radialista Alfredo Neto. Na entrevista concedida pelo Dr. Charbel ele falou sobre os fundos de previdência municipais e em especial o LimoPrev que para ele tornou-se uma “Bomba relógio”. Como a atual gestão está em debito, a prefeitura será incluída no Cadin que é um serviço de proteção ao crédito das prefeituras, algo comparado ao Serviço de Proteção ao Credito (SPC), que temos atualmente. Ao ser questionado sobre a verba destinada por Ricardo Teobaldo para obras na cidade, o procurador falou em alto e bom som; as verbas que já estão em conta não serão bloqueadas, ou seja, as obras não irão parar como está sendo pregado pela atual gestão.

Em 2015 numa coletiva de imprensa realizada na cede da ACIL Teobaldo explanava sobre como destinou a verba para o município. Onde o mesmo dizia que destinou R$ 13 milhões para construção da nova ponte e ainda R$ 13,6 milhões para ser revertidos em obras de asfalto e calçamento, que já estavam conveniados. Ainda afirmou que o recurso de R$ 5 milhões destinados a outras ações de pavimentação também já estavam encaminhados e sem falar no Ginásio de Esporte que teve a verba também liberada. No total, o montante foi de 47 milhões e esse valor daria sim para Limoeiro continuar crescendo. O parcelamento que tanto se falou seria da dívida de mais de 6 milhões do LimoPrev que teria de ser parcelada para que a atual gestão pudesse pagar tal pendencia, mas o que muitos questionaram foi a quantidade de parcelas, pois em 200 meses complicaria para ambas as partes e por este motivo o fundo previdenciário de Limoeiro, assim como os outros, acabaria por se tornar uma bomba relógio que explodiria a qualquer momento.

Essa explosão implica no não pagamento das aposentadorias dos servidores municipais que se aposentariam por meio do LimoPrev, pois com o fundo sem dinheiro, não há possibilidade de haver o pagamento e isto acarretaria em aposentados sem receber suas aposentadorias. A aprovação do parcelamento só irá ocorrer após as investigações do LimoPrev e enquanto isso não ocorra a prefeitura fica inadimplente até segunda ordem. Acompanhe abaixo o áudio da entrevista com o procurador e vejam o que diz sobre a cidade parar.


 

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