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LBC faz trilha a São Severino dos Ramos aproveitando o feriado de 07 de setembro



Bem vindo a mais um diário de bordo do LBC e hoje (07/09) vamos relatar nosso aventura rumo a Paudalho, mais precisamente ao Santuário de São Severino dos Ramos. Nosso encontro teve inicio em frente ao Hiper Juá com nossa partida ás 5 horas da manhã com o clima bem agradável. Seguimos em um numero de nove ciclistas pela PE 90 rumo à cidade do Carpina para podermos adentrar nos canaviais e seguirmos rumo à barragem do Carpina. Nesta parte do trajeto não vimos nada de diferente, afinal esta parte do trajeto já e conhecida, mas mesmo assim o quantitativo de água presente na barragem ainda impressiona os que por lá passam. O local também serviu para dar a primeira parada da trilha. Após pouco menos de 10 minutos seguimos rumo a São Severino. A partir deste momento iriamos vivenciar lugares antes visto pela maioria do grupo. A Camboja foi um dos lugares que passamos e em nosso caminho vimos asfalto, terra batida, barro vermelho, uma travessia de rio, passagem por mata fechada, canais de açúcar e muita subida. 

O rio foi nosso companheiro por boa parte do percurso e a paisagem vista por nós nos enchia de coragem para podermos pedalar ainda mais. Uma resenha na travessia do rio foi o fato de Augusto quase perder sua bomba com a correnteza querendo levar ela e ele correndo dentro d’água indo em busca de sua estimada bomba de encher os pneus de sua bike. Após este fato um tanto inusitado seguimos por estradão em uma luta contra o chão que deixava as bikes mais pesadas. O clima variou com momentos de sol, céu nublado e alguns poucos pingos de chuva. Pontes e viadutos fizeram parte de nossa paisagem que em alguns instantes nos deixavam desligados do mundo e nos mantinham em sintonia com a natureza e tudo que ela nos proporciona. O rio nos brindou com uma bela paisagem e em seus lençóis de águas límpidas o reflexo dos ciclistas era notado a distancia por quem passava. O fluxo intenso de motos e veículos não nos preocupou, pois seguíamos em nossa mão sem representar perigo algo para ambas às partes. Em nossa ida avistamos o cristo na cruz que na outra vez que tivemos por lá nos agraciou e novamente nos agraciou como a desejar uma boa pedalada, afinal ainda não havíamos chegado ao nosso destino. Já entro de Paudalho avistamos várias igrejas e cada qual com sua arquitetura vislumbrava os olhos dos ciclistas que dedicavam alguns segundos de seus olhares a apreciar tal arquitetura. Com um total de 50km em media chegamos ao santuário e logo de cara tratamos de conseguir um bom lugar para guardar as bikes e repor as energias. 

No cardápio desta vez tivemos cuscuz, macaxeira, cará e galeto. Para beber aquela Coca-Cola bem geladinha. Em nossa passagem pela mata fechada uns pés de limões foram avistados e como não poderia ser diferente, um dos membros pegou alguns limões e os guardou. Foram estes limões que usamos para colocarmos na coca e no quartinho de Pitú que alguns membros pediram para degustar. Após comermos e pagarmos a conta e fomos descansar debaixo de umas arvores em uma arquibancada. Cansados, mas com uma sensação, este era o clima que pairava entre nós. Após mais de uma hora no santuário resolvemos ir embora, afinal o caminho ainda era longo e o asfalto seria nosso companheiro. Antes de nos despedimos, alguns membros foram até a igreja de São Severino agradecer ao santo pela estadia e pedir proteção para nossa volta. O sol apareceu quente em nossa volta, mas aos poucos ele dava espaço às nuvens pretas carregadas de água que não caiam, apenas mostravam que estavam por lá. Com a duplicação da BR 408 o trânsito ficou complicado e isto exigia dos ciclistas uma maior atenção. Os que tinham pressa foram na frente apertando o passo, os que vieram para curtir a paisagem foram em uma pedalada mais leve. O terreno com algumas depressões se tornavam verdadeiros obstáculos na vida dos que pedalavam. 

Na volta passamos pelas cidades de Paudalho, Carpina, Lagoa do carro e é claro Limoeiro. Alguns membros optaram por pegar uma Toyota, mas este fato não foi confirmado. Apenas poucos realizaram o trajeto total que correspondeu a algo em torno de 84/90 km, pois não há precisão nos dados marcados pelo velocímetro. Três bikeiros; José Luiz, Gustavo e Márcio seguiram num pedal de leve com duas paradas programadas. Uma delas foi no bar do Ramo em Campo Alegre para poder comprar água e de quebra comer uma gostosa cocada de coco para repor as energias perdidas no caminho de volta. A chegada do grupo foi diferente para muitos. Os três últimos ciclistas pararam para concertar a bicicleta de Zé Luiz  e com esta parada meio que forçada eles só chegaram a Limoeiro por volta das 13h: 30min. No semblante o cansaço, mas no peito estava estampado o orgulho de ter vencido seus próprios limites. Assim foi nosso Diário de bordo em pleno dia da Independência do Brasil. Tenham todos uma ótima semana e um bom descanso. Nos vemos domingo que vem.

Confira algumas de nossa fotos...

























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