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Limoeirense mostra indignação com a gestão pública municipal.



Este é o sentimento que me causou como a muitas outras pessoas que passaram pela praça ao lado da Facal, nesses dias, sem dó nem piedade estão sendo derrubadas cerca de dez árvores frondozas, ali plantadas a décadas. Desta mesma forma, também foram derrubadas cerca de vinte acácias(árvores) no canteiro ao lado do horto(graças a Deus as do horto escaparam), para ser erguidos armaduras de cimento. Que poderiam ter sido feitas com a presença das árvores, ficaria até melhor, pois, já gozaríamos da sombra delas e do clima ameno.

Ora, será que para construir tem que acabar com o que já existe? Será que não é possível valorizar, preservar, especialmente o meio ambiente tão comentado na cidade. É perceptível o calor que está nossa cidade, o mormaço, a quentura do sol. E quanto menos árvores existir, isso se torna pior. Claro que esta situação da estiagem não é uma problemática apenas de Limoeiro, mas onde fica a tão famosa frase: “Faça a sua parte”.

Ao meu ver, a gestão pública, neste sentido está andando na contra-mão ambiental. Quando deveria coibir tais ações, ela própria está fazendo. Acredito que qualquer arquiteto tenha condições de urbanizar um local aproveitando a sua paisagem já existente, especialmente árvores.

É preciso se repensar estas ações, pois ainda temos as relíquias da Avenida Severino Pinheiro. Ao final desta minha indignação, peço ao povo que avalie a modificação feita no canteiro ao lado da Praça da Bandeira, com os canteiros restantes da Avenida, e reflitam: qual das árvores plantadas serve mais a população, qual dois canteiro é mais útil a população?

Úrsula Nunes
Fonte: Meta Bronca

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