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A bruxa esteve à solta neste domingo


O passeio deste domingo da equipe do Limoeiro Bike Clube teve de tudo, a bruxa estava à solta em todos os sentidos. Logo de cara tivemos meia hora de atraso para a nossa saída, depois de todo o muido, saímos enfim. Começamos indo pela AV. Sul e adentramos a fazenda Santa Teresinha em direção a BR. As pedaladas ora era rápida, ora devagar iam ganhando ritmo ao som do amigo Boregio com seu bordão, João Barro, e suas cachorradas ou como diriam os amigos suas macacadas. A cada pedalada surgia um novo visual e quanto mais se pedala mais coisas lindas aparecem. Logo no inicio nós nos vislumbramos com a névoa que se formou na serra de Limoeiro.

Como não poderia deixar de falar o percurso foi muito legal e para alguns o caminho nunca antes trilhado ia se formando e ao mesmo tempo se desfazendo mediante as forças aplicadas em nossas pernas. A bruxa quando passou deixou uma marquinha em Poline, que deu uma pequena juntada em Heleno HP que estava em velocidade lenta. Quando eu coloquei pressão na febre amarela ela rompeu o inimaginável, a corrente, uma coisa preta e cheia de dentinhos que grudados uns aos outros fazem a coisa toda girar. Minha perna ficou marcada talvez por burrice ou se não por conta da bruxa que ainda estava a solta. Entre uma parada e outra, o reabastecimento é essencial para a vitalidade da tripulação. Bebemos H2O... Hã! Água filho! A ta!

Comemos biscoito salgado para forrar o estomago que já estava gritando só de ouvir o Alfredo falando na Macaxeira com charque e na tal feijoada. Seguimos em frente e pegamos a pista rumo a Passira, com subidas leves, e descida mais light fomos em frente. Eita ia me esquecendo! A ladeira irada antes de chegar na BR foi massa descemos a 250mph nem bala pegava, os mais idosos reduziam e os mais novos aceleravam. A ala jovem seguia firme e forte, com os meninos que se tornaram membros mirins por um dia. Voltando a pista continuamos a caminhada, espera aí, caminhada? Assim, desculpe-me, pedala, foi tendo seu trajeto descoberto por bravos ciclistas despojados. Paramos em um barzinho e fomos logo tratar de comer e colocar o estômago para trabalhar. Logo após, descemos a lenha e fomos tentar tirar o atraso causado pela demora inicial. Tentar até tentamos, mas tirar o atraso pedalando não é muito fácil não.

A pedalada segue seu rumo, chegamos a igrejinha de Passira e não nos demoramos, estávamos apressado e sem muito tempo a ser gasto neste local. Ainda havia muito chão até a volta a Limoeiro, pedala fera! Foi o que fizemos e em meio as subidas e as pedras sempre tinha alguns entrepostos, como o pneu de Eduardo furado, sela de Alfredo com o cano avariado e os pequenos deslizes de corrente que teimavam em sair das coroas e catracas. O presidente Jair não pode comparecer, mas seu substituto João deu conta do recado muito bem, conduzindo seu rebanho igual o pastor conduz suas ovelhas, ele sempre alertava e avisava a vinda de carros pelo percurso. Os rádios amadores foram imprescindíveis no longo da caminha, cada qual com seu estilo e jeito de pedalar iam hora se distanciando, hora se aproximando do esquadrão.

Os que ficavam para traz tinham total controle da situação e sempre que algo de ruim ou perigoso acontecia já se passava o rádio. A nossa chegada se deu por volta de 11h e um quebrado da manhã, viemos pela Congal e desemborcamos no semáforo da Ponte Nova. Para quem foi fica o prazer de mais uma pedalada cumprida e para quem não pode ir ficar a água na boca e imenso desejo de ter ido e participado. No final da história: “... Entre mortos e feridos, salvaram-se todos...” Até a próxima pessoa que acompanha nossas trilhas de qualquer lugar do mundo. Minhas felicitações hoje vai para duas pessoas extraordinárias; o Aniversariante Fernando e o mecânico de bikes Gordo (que consertou a minha bike). Antes deu ir embora gostaria de falar que já tá 4X0 apara minha bike. Ela deu outro show em mim. Lembrando também que o amigo Burérgio ouviu nosso clamor e voltou a pedalar. Seja BEM VINDO velho amigo, aqui quem vos fala é o grilo falante.

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