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Inclusão digital fortalece autonomia e contribui para um envelhecimento mais ativo



Especialista destaca que aprender a usar ferramentas digitais melhora a qualidade de vida, amplia o acesso à saúde e reduz o isolamento social entre pessoas idosas.

Envelhecer de forma ativa passa, cada vez mais, pela inclusão digital. Em uma sociedade onde serviços de saúde, bancos, comunicação e até o acesso a direitos acontecem por meio de aplicativos e plataformas online, dominar as tecnologias deixou de ser um diferencial para se tornar um importante fator de autonomia, segurança e qualidade de vida na terceira idade. Especialistas destacam que a familiaridade com os recursos digitais também contribui para a manutenção das funções cognitivas, fortalece os vínculos sociais e favorece um envelhecimento mais independente. 

Para o geriatra e professor da Afya Garanhuns, Kaio Galindo, a inclusão digital representa muito mais do que aprender a utilizar um celular ou acessar a internet. "Quando a pessoa idosa desenvolve habilidades digitais, ela ganha autonomia para realizar atividades do dia a dia, como marcar consultas, acessar resultados de exames, conversar com familiares e buscar informações confiáveis sobre saúde. Esse processo também estimula o raciocínio, a memória e reduz o risco de isolamento social, fatores fundamentais para um envelhecimento saudável", afirma.

Segundo o especialista, o contato com a tecnologia deve acontecer de forma gradual, respeitando o ritmo de aprendizagem de cada pessoa. "Nunca é tarde para aprender. Com orientação adequada e um ambiente acolhedor, os idosos conseguem desenvolver confiança para utilizar as ferramentas digitais e passam a perceber que a tecnologia pode facilitar a rotina, ampliar a participação social e proporcionar mais independência."

A importância desse tema ganha ainda mais relevância diante do envelhecimento da população brasileira. Além de favorecer o acesso a serviços essenciais, a inclusão digital contribui para que pessoas com mais de 50 anos mantenham uma vida social ativa, participem de atividades educativas e acompanhem as constantes transformações da sociedade conectada.

Curso gratuito

Como forma de incentivar esse processo, a Afya Garanhuns e o Sesc Garanhuns promovem um curso de inclusão digital voltado aos participantes da Universidade 50+. A iniciativa busca ensinar, de maneira prática, o uso de smartphones, aplicativos e outras ferramentas digitais, contribuindo para ampliar a autonomia e a qualidade de vida dos alunos. A ação integra a parceria entre as instituições para fortalecer o envelhecimento ativo e a educação continuada da população com mais de 50 anos.

Sobre a Afya 

A Afya, maior ecossistema de educação e soluções para a prática médica no Brasil, reúne 37 Instituições de Ensino Superior, 32 delas com cursos de Medicina e 25 unidades promovendo pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde em todas as regiões do país. São 3.768 vagas, com mais de 26 mil alunos formados alunos formados nos últimos 25 anos.
 
Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da Medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de Medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers.
 
Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo "Valor Inovação" (2023) como a mais inovadora do Brasil e "Valor 1000" (2021, 2023, 2024 e 2025) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio "Executivo de Valor" (2023). Em 2024, a empresa passou a integrar o programa "Liderança com ImPacto", do Pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 - Saúde e Bem-Estar. Mais informações em: www.afya.com.br e ir.afya.com.br.

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