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Charles do Bronx cita quatro possíveis adversários e mantém foco no cinturão: “Quero me tornar campeão de novo”


Atual campeão do BMF concedeu entrevista exclusiva e comentou sobre a possibilidade do UFC em São Paulo, além de possível confronto com McGregor.

Charles Oliveira ainda não definiu seu próximo passo no UFC, mas uma coisa está clara: o foco do ex-campeão peso-leve segue totalmente voltado para a reconquista do cinturão. Em entrevista exclusiva à CasinoHawks, o brasileiro comentou os rumores envolvendo possíveis adversários, analisou grandes lutas do cenário atual e reforçou que pretende voltar ao topo da divisão. Questionado sobre quando pretende retornar ao octógono, Charles admitiu que ainda vive um momento de observação dentro da categoria e prefere aguardar os próximos movimentos do UFC antes de tomar uma decisão.


“Eu tô muito nessa fase de entender qual passo vai dar. Os caras vão sair na porrada agora em junho. Então agosto, setembro… Eu ouvi falar que talvez o UFC volte pra São Paulo. Não é nada certo. Então você imagina defender o cinturão BMF em São Paulo? Seria algo gigante.”


O brasileiro também citou as diversas especulações que circulam nos bastidores envolvendo possíveis superlutas.


“Estão falando agora do 77, por que não mandar o Nate Diaz? Mas é muita coisa acontecendo, muito disse me disse. Na realidade eu tô mais naquela fase aqui no muro, só olhando pra ver qual é o passo que eu tenho que dar.”


Apesar dos rumores envolvendo nomes como Arman Tsarukyan, Conor McGregor, Nate Diaz e Benoît Saint Denis, Charles evitou apontar preferência.


“Hoje na internet o que circula é Tsarukian, Nate Diaz, Conor McGregor… falaram pra mim agora também do francês (Saint-Denis). Então são quatro nomes que circulam na internet. ‘Charles, qual dos quatro você quer?’ Nenhum. Eu tô em busca de um título.”


“Aquilo que a Zuffa achar melhor, a gente vai alinhar”


Mesmo sem escolher adversários, Charles deixou claro que está disposto a enfrentar qualquer nome que o UFC colocar à frente.


“Eu sou empregado da Zuffa. Aquilo que a Zuffa achar que é melhor pra mim, que é um passo bom, eles me mandarem, a gente vai alinhar e ver qual o próximo passo.”


Ao falar sobre uma possível revanche contra Tsarukyan, o brasileiro voltou a reforçar que não está preocupado com rivalidades específicas.


“Eu não tô em busca de revanche, tô em busca de um título. Esse é o meu foco. Se oferecerem o Tsarukyan, eu luto. Se oferecerem Nate Diaz, eu luto. Se oferecerem Conor, eu luto. Eu nunca corri de luta.”


Charles ainda mandou um recado direto aos possíveis adversários da divisão.


“Não tenho medo de nenhum desses lutadores. Tenho respeito. Respeito é uma coisa, medo é outra. Medo eu não tenho, eu tenho respeito. Depois que fecha a grade lá dentro, quem pode mais chora menos.”


McGregor segue como superluta possível — mas improvável


Entre todos os cenários levantados, um dos mais comentados segue sendo um possível duelo contra McGregor. Charles reconheceu o tamanho do combate, especialmente no aspecto financeiro e promocional.


“Acho que seria uma luta que daria muito dinheiro tanto para mim como para ele. São dois caras que vendem gigantescamente.”


Ainda assim, o brasileiro mostrou pouca confiança de que o confronto realmente aconteça.


“Eu acho que essa luta nunca acontece. O Conor sabe do meu poder de fogo de mão. O Conor sabe do fogo de jiu-jítsu que eu tenho. Então, com certeza, ele não cairia para dentro nesse timing aí de poder se arriscar a ser finalizado.”


Charles analisa Topuria x Makhachev: “É uma luta que todo mundo quer assistir”


Além do próprio futuro, Charles também analisou os principais confrontos que podem movimentar o UFC nos próximos meses. Sobre uma possível luta entre Ilia Topuria e Islam Makhachev, o brasileiro classificou o duelo como completamente equilibrado.


“Pra mim é uma luta 50 a 50. Se o Makhachev agarrar, chegar no corpo a corpo, ele pode sim finalizar. Como eu também acho que, se ficar trocando, Topuria conecta a mão e pode nocautear.”


Charles ainda destacou o peso histórico que uma vitória de Topuria poderia representar.


“Você imagina isso? Seria algo gigante. Ele seria o primeiro cara a se tornar campeão de três categorias seguidas.”


Poatan nos pesados? “Quando acha a distância, já era”


O brasileiro também comentou uma possível subida de Alex Pereira para enfrentar Ciryl Gane entre os pesos-pesados.


“Qualquer cara que trocar porrada com o Poatan e ele conectar a mão vai cair.”


Ainda assim, Charles acredita que a movimentação de Gane pode tornar o confronto perigoso para o brasileiro.


“O Gane é um cara que se movimenta muito, luta na estratégia, na distância. Mas depois que o Poatan acha o caminho, acha a distância… eu acho que já era.”


Sem luta marcada oficialmente, Charles Oliveira segue como um dos nomes centrais do UFC para o fim da temporada. Enquanto o cenário da divisão dos leves continua indefinido, o brasileiro mantém o discurso firme: o único objetivo é voltar a ser campeão.

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