O Ministério da Saúde atualizou o número de casos de Mpox no Brasil e acendeu o alerta para a necessidade de vigilância contínua da doença em todo o território nacional. Segundo o balanço mais recente divulgado pela pasta em conjunto com as secretarias estaduais de saúde, o país já contabiliza 88 casos confirmados da infecção em 2026, além de dois casos classificados como prováveis e 171 notificações suspeitas ainda em investigação.
Apesar do aumento recente nas confirmações, as autoridades sanitárias destacam que não há registro de mortes relacionadas à doença neste ano, e a maioria dos pacientes apresenta sintomas considerados leves ou moderados.
Crescimento acelerado chama atenção
Os dados apontam que o crescimento ocorreu em curto espaço de tempo. Em apenas cinco dias, o número de casos confirmados praticamente dobrou, passando de 48 para 88 registros — uma alta superior a 80%, segundo o monitoramento epidemiológico federal.
Mesmo assim, o cenário atual ainda é considerado mais controlado quando comparado ao ano passado. Em 2025, o Brasil registrou mais de mil casos confirmados da doença e mortes associadas à infecção, o que reforça a importância da prevenção e do diagnóstico precoce.
Estados com mais ocorrências
O levantamento aponta concentração maior de casos na região Sudeste. O estado de São Paulo lidera o número de confirmações, seguido pelo Rio de Janeiro. Outros registros também foram confirmados em diferentes regiões do país.
Distribuição dos casos:
- São Paulo — 62 casos
- Rio de Janeiro — 15 casos
- Rondônia — 4 casos
- Minas Gerais — 3 casos
- Rio Grande do Sul — 2 casos
- Distrito Federal — 1 caso
- Paraná — 1 caso
A inclusão recente de novos estados na lista reforça o monitoramento nacional da doença.
Monitoramento e prevenção
A Mpox é causada por um vírus da família Orthopoxvirus, a mesma da varíola, e costuma provocar febre, dores no corpo e lesões cutâneas características. A transmissão ocorre principalmente por contato próximo com pessoas infectadas ou materiais contaminados.
O Ministério da Saúde informou que o Sistema Único de Saúde (SUS) permanece preparado para diagnóstico, rastreamento e atendimento dos pacientes, mantendo vigilância ativa para evitar a expansão da doença no país.
Autoridades sanitárias reforçam ainda a importância da procura por atendimento médico diante do surgimento de sintomas suspeitos, especialmente após contato próximo com casos confirmados.























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