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Infectologista do Sistema Hapvida enfatiza a importância da vacinação para manter uma vida saudáve




A descoberta do funcionamento das vacinas, que já soma dois séculos, mudou a história da humanidade, representando um grande avanço da ciência aplicada na medicina, pois funciona como uma proteção contra doenças causadas por vírus e bactérias que podem levar a danos irreparáveis e até mesmo à morte. Além de proteger a si mesmo contra uma variedade de doenças, tomar vacinas também simboliza um ato de cuidado com as pessoas que convivemos, contribuindo para diminuição de transmissão dessas patologias. 

 “As vacinas podem ser feitas com microrganismos da própria doença que protegem o organismo. Estes microrganismos estão enfraquecidos ou mortos e, após um tempo de receber a vacina, o sistema imunológico reconhece-os como uma ameaça, produzindo anticorpos contra eles. Assim, o corpo não produz a doença, mas se torna capacitado para combatê-la, se for necessário. Além disso, é possível que as vacinas sejam produzidas utilizando a tecnologia de RNA, obtida por meio do processo natural das células para sintetizar as proteínas, ou DNA, que são desenvolvidas a partir das informações genéticas do próprio vírus. Independente da forma de produção, as vacinas criam as condições esperadas para que o organismo apresente uma resposta imune satisfatória.”, explica a infectologista do Sistema Hapvida Marcela Marinho.

As vacinas são seguras, pois, antes de serem aplicadas, passam por diversos testes e avaliações, garantindo a sua eficiência. No Brasil, o órgão que regula as vacinas é a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Felizmente, por causa da vacinação, diminuiu o número de doenças que costumavam matar milhares de pessoas todos os anos. Contudo, se as pessoas pararem de se vacinar, as doenças podem se tornar surtos ou epidemias novamente.

Para se manter protegido, é importante seguir o calendário vacinal nacional, disponibilizado pelo Ministério da Saúde, que aponta as vacinas indicadas para cada faixa etária. A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, por exemplo, acontece todos os anos, incentivando as pessoas a se protegerem contra a gripe. Em Pernambuco, a vacina da gripe pelo Sistema Único de Saúde (SUS), foi liberada para todas as pessoas acima de seis meses, desde o dia 04 de julho. A nova vacina inclui a proteção contra a cepa do vírus H3N2, H1N1 e o tipo B.

“Muitas pessoas enxergam a gripe como um simples resfriado que provoca sintomas leves. Contudo, se não for tratada corretamente, a doença pode evoluir de forma perigosa em grupos mais vulneráveis, podendo avançar para quadros graves de pneumonia.  Por isso, a vacinação é indispensável para se manter uma vida saudável e livre de doenças infecciosas em todas as fases da vida. Ela contribui para o bem da sociedade como um todo, evitando a disseminação dos agentes causadores da doença” aponta a infectologista.

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