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Intenso debate marca aprovação de projeto de reforma administrativa da prefeitura de Limoeiro



Depois de mais de 3 horas de debate, foi aprovado na tarde dessa quinta-feira (31) o projeto de lei enviado pela Prefeitura de Limoeiro propondo a reforma da estrutura administrativa do município. O projeto levou 90 dias para ser elaborado e apenas 2 para ser votado, tendo em vista ter sido enviado pelo Executivo com pedido de urgência. O documento extinguiu o cargo de diretor e outras funções, e criou o de secretário executivo, possibilitando uma renumeração mensal de R$ 5 mil. Atualmente, um diretor recebe R$ 2 mil. A reforma também cria cargos de gerência e de assessoria, mas a comissão formada por secretários municipais para elaborar o projeto garantiu que não haverá grande aumento na folha de pagamento. A comissão também pontuou que os cargos em comissão foram reduzidos em 6 (antes eram 235) com relação a estrutura da gestão anterior, além da diminuição de uma secretaria. Apesar das explicações, o debate foi duro entre situação e oposição. 

Ao final com 11 votos favoráveis e 4 contrários, o projeto passou e segue para sanção do prefeito João Luís (PSB). Disseram sim: Juarez (DEM), Ciciu (PP), Bau da Capoeira (PTB), Zózimo Albuquerque (PRB), Zé Higino (PP), Ronaldo Morais (PT do B), Batalha (PSB), Marquinhos Paz (PTB), Irmão Jairo (PSB), Zélia de Ribeiro do Mel (PTN) e Beto de Washington (PROS). Foram contrários: Roberto Galvão (PSD), Daniel do Mercadinho (PTB), Luís Antônio (PTB) e Marcos Sérgio (PSD). Pela bancada de situação, o vereador Beto de Washington parabenizou a gestão pelo projeto elaborado e desmentiu algumas informações que circulam nas redes sociais. Já o vereador Daniel do Mercadinho, integrante da base oposicionista, disse que os cargos criados serão para acomodar correligionários do prefeito e agradar alguns vereadores. Pela situação, o vereador Irmão Jairo disse que não viu irregularidades no projeto. 

Ele ainda disse como será o comportamento da base para cobrar aumento para as demais categorias de efetivos. Pela oposição, o vereador Roberto Galvão disse que o projeto apresenta contradições e riscos, e que a demanda agora seguirá para o Ministério Público analisar. Na defesa da situação, o vereador Zé Higino fez uma análise técnica e disse que a nova estrutura é pensando no futuro e que não haverá problemas para a gestão financeira. Por fim, o vereador Luís Antônio, que é da oposição, questionou alguns cargos criados, como por exemplo, Cerimonial. Ele também cobrou explicações para criação de secretarias e outros cargos jurídicos, já que a prefeitura contratou no início do ano uma empresa especializada para consultoria jurídica. 

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