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A última Cólera no Centro de Criação Galpão das Artes neste sábado - 1º de abril



O espetáculo fala sobre o racismo, O amor e a subjetiva Liberdade acerca do ser humano e o seu sexo, sua sexualidade, a religiosidade, a cultura e a fé. A história se passa no século passado e atravessa o tempo para encontrar os fios que ainda ligam os mesmos conflitos. Numa senzala, Bastião está preso com o seu escravizado (presente de seu pai). Trava-se uma luta, um jogo de humilhações e a construção de algo desconhecido. O tempo passou, e agora ele revive as memórias desse um passado cruel de amor e ódio. 

O desvendar de segredos que pode ou não libertá-lo dessas memórias, desse lugar, de si mesmo e dessa cólera. " Eles pensavam que estavam sozinhos naquela senzala. Mas os Orixás e os Deus não dormem. EXU NÃO DORME. Estavam o tempo todo ali, dançando e girando naquele lugar, enquanto os observavam. Dois falos, Dois meninos, Dois Homens e o desespero. Um tinha Cal no couro, o outro tinha Café.Um falava a língua dos bichos, o outro se desfazia de sua fé."  Os ingressos devem ser adquiridos antecipadamente na loja Água de Cheiro a partir desta terça-feira (28) e o espetáculo cumprirá sua apresentação neste sábado ( 1º de abril ), às 20 horas, no Centro de Criação Galpão das Artes

TEXTO: Raphael Gustavo
DIREÇÃO: César Leão
PREPARAÇÃO CORPORAL: Cleiton Santiago
PREPARAÇÃO DE ATOR: O POSTE- Soluções Luminosas (Samuel Santos, Naná Sodré)
SONOPLASTIA: Fabiano Falcão

CARTAZES: Ian de Andrade





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